sábado, 17 de maio de 2008

Sede de Infinito


(Em função da publicação do livro Poemas Místico-Filosóficos, pela Editora Biblioteca 24X7, este texto, assim como outros publicados neste blog, estará limitado a apenas uma introdução! Obrigado pelo apoio e incentivo, amigos leitores!!)

Ao fitar o mundo pela janela de meu apartamento
Sinto-o distante, vazio e opaco
Movimentos de silêncio
Barulhos de inércia.

O céu, reflexo de longínquas eternidades,
Apenas me oferece algumas pálidas estrelas
Por entre nuvens sombrias
Sobre uma cinzenta atmosfera.

Enquanto pareço estar vazio
Mil sonhos dormem em meu seio
Apenas aguardando o momento exato
Para explodir em mil cores e formas!

Por mais apáticos que estejamos
Por mais abatidos e derrotados
A Morte é apenas a sensação de tempo perdido
Entre aquilo que somos e a maneira como agimos.

Somos a Consciência do Universo
O Diamante repartido em infinitos pedaços
Quando pudermos nos unir – mesmo que em silêncio
Formaremos um Sol a iluminar toda a galáxia!

(...)